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Sinpro Macaé questiona Prefeitura sobre exclusão de professores em plano de vacinação

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
1 de jun. de 2021
2 min de leitura

Foram incluídos, apenas, educadores de creches a partir de 59 anos que moram na cidade e, em sua maoria, das instituições privadas


Professores não tiveram garantia de vacina no plano de Macaé

Foto: divulgação


A Prefeitura de Macaé anunciou nesta segunda-feira, 31, o plano de vacinação para os profissionais da educação pública e privada, a partir do dia 09 de junho. Porém, apenas os profissionais da educação das creches com a idade a partir de 59 anos serão contemplados.


Para o Sindicato dos Professores de Macaé e Região (Sinpro) este anúncio está bem abaixo da expectativa necessária para imunizar a categoria. “Isso nos faz questionar o real compromisso do prefeito Welberth Rezende em imunizar os profissionais da educação, os professores e demais funcionários da educação”, relata Guilhermina Rocha, presidente do Sinpro.


Professores não tiveram garantia de vacina no plano de Macaé

Foto divulgação


Diante disso, o Sindicato questiona a Prefeitura qual o critério utilizado para um plano de vacinação apenas a um grupo destes profissionais, com uma determinada faixa etária e por que a decisão de atender, em sua maioria, as creches privadas?


Outro ponto questionado pelo Sinpro é o porquê somente os profissionais da educação que moram em Macaé terão direito à vacina, já que o Município absorve profissionais de outros lugares.


Professores não tiveram garantia de vacina no plano de Macaé

Foto: divulgação


Para Guilhermina Rocha, presidente do Sinpro Macaé e Região, o ideal é que todos os profissionais da educação sejam vacinados.


“ O anúncio da Prefeitura reflete uma tentativa de confundir a população e não mostra o real compromisso com a imunização e a defesa da vida de nossos professores, funcionários e alunados. Estamos diante da maior crise sanitária das últimas décadas e precisamos estar afinados com a Organização Mundial de Saúde, Fiocruz, Universidade Federal Fluminense e outras instituições que validam os protocolos científicos. Isso é muito sério. Queremos que todos os profissionais da educação sejam vacinados, só assim conseguiremos retornar as aulas presencias com alguma segurança”, afirmou.


* Bruno Pirozi \ assessoria de imprensa \ Sinpro Macaé e Região.



 
 
 

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