top of page

Senado aprova Lei Geral da Copa do Mundo Feminina de 2027 e garante reconhecimento às pioneiras do futebol no Brasil

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
1 de jun.
2 min de leitura

Projeto aprovado prevê medidas para a realização do Mundial no Brasil e reconhece, com reparação histórica, as jogadoras das seleções de 1988 e 1991. Seleção de 1995 também será contemplada


Foto: Arquivo pessoal


A Comissão de Esporte do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (27), o Projeto de Lei nº 1.315/2026, conhecido como Lei Geral da Copa do Mundo Feminina de 2027. A proposta estabelece as regras e garantias necessárias para a realização do Mundial da FIFA no Brasil e reconhece a trajetória das pioneiras do futebol feminino brasileiro e reconhecimento para as atletas que representaram o país nos primeiros torneios internacionais da modalidade.


O texto prevê medidas relacionadas à organização da competição, como regras de acesso, permissões especiais, condições temporárias de trabalho, responsabilidades institucionais e diretrizes para comercialização de ingressos durante a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que será realizada em oito cidades brasileiras no próximo ano.


Além das disposições operacionais para a realização do torneio, o projeto estabelece uma homenagem histórica às atletas que defenderam a seleção brasileira no torneio experimental organizado pela FIFA na China, em 1988, quando o Brasil conquistou a medalha de bronze, e às jogadoras que participaram da primeira edição oficial da Copa do Mundo Feminina da FIFA, em 1991.


As pioneiras de 1988 / Foto: Arquivo pessoal


“O Brasil está construindo muito mais do que um evento esportivo. Estamos trabalhando para deixar um legado permanente de inclusão, infraestrutura, oportunidades e fortalecimento do esporte brasileiro. A Copa do Mundo Feminina de 2027 será um marco histórico para o país e para toda a América Latina”, destacou o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro.


A premiação será destinada às atletas das seleções brasileiras que participaram das competições de 1988 e 1991. No caso das jogadoras já falecidas, os valores serão repassados aos sucessores legais. A proposta trata a iniciativa como uma homenagem e uma reparação histórica às mulheres que abriram caminho para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil.


* Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte.



 
 
 

Comentários


bottom of page