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Retomada de pagamento no 2º dia útil virá antes de reajuste ao funcionalismo estadual

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
28 de jun. de 2019
2 min de leitura

Ainda assim, as medidas não estão perto de acontecer; Witzel prometeu tirá-las do papel até o fim do mandato



Secretário estadual de fazenda, Luiz Claudio Rodrigues Carvalho avalia situação das finanças do Rio - Armando Paiva / Agência O Dia.


Recentemente, o governador Wilson Witzel reafirmou o que já havia declarado outras vezes: que pretendia retomar o calendário de pagamentos no 2º dia útil. Witzel disse que isso será feito até o fim do mandato (em 2022), assim como a recomposição salarial ao funcionalismo.


Pelo calendário oficial de pagamentos do Executivo, as categorias devem receber seus vencimentos no 10º dia útil do mês seguinte ao trabalhado. E desde que assumiu o estado, o governador Wilson Witzel conseguiu adiantar os depósitos duas vezes devido à melhora do resultado da arrecadação.


Mas as duas medidas — a antecipação do cronograma e o reajuste — não estão perto de acontecer, segundo o secretário de Fazenda, Luiz Cláudio Carvalho. "São metas de final de governo, temos convicção de que vão acontecer, mas as medidas não estão no horizonte de médio prazo", disse ele à Coluna.


O secretário também não crava se haverá condições de a mudança do calendário ocorrer já em 2020. "A maior arrecadação ainda é nos dias 10 de cada mês. Não acredito ainda para o ano que vem. O Brasil tem que crescer, a arrecadação tributária tem que que crescer, e com receitas mais consistentes teremos condição", detalhou.


Reajuste ficará para depois


Entre as duas ações, ele acredita que a retomada do 2º dia útil como data de depósito virá antes que o reajuste. Ele reafirmou que é preciso ter elevação da receita para que essas iniciativas "não comprometam a saúde financeira do estado". Já o percentual da recomposição remuneratória — se será equivalente ao acumulado pelos anos sem reajuste ou apenas referente a um ano — ainda não está fechado. Carvalho avalia que a decisão será do governador e, claro, diante das condições do caixa fluminense.


* O IA/Por PALOMA SAVEDRA.










 
 
 

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