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Programa de Apadrinhamento Afetivo prossegue com ações no município de Macaé

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
14 de jan. de 2020
2 min de leitura

Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro - foto: Reprodução internet.



O Programa de Apadrinhamento do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a Prefeitura de Macaé, prossegue com suas ações no município. Existem três modalidades dentro do Apadrinhar: Amar e Agir - o apadrinhamento afetivo, o apadrinhamento provedor e o apadrinhamento prestador de serviços.


O programa é destinado a crianças e adolescentes que vivem em instituições de acolhimento sem perspectivas de retorno à família de origem e não possuem pretendentes

para a adoção.


De acordo com a coordenadora do programa, Milena Paradellas, o apadrinhamento é uma oportunidade de referência afetiva para aquelas crianças e adolescentes que ao longo do tempo perdem as chances de adotabilidade.


"O papel do padrinho é auxiliar no amadurecimento, se tornando realfabetizadores emocionais, oportunizando a construção de laços de afeto e ou apoio material, com possibilidades de amparo educacional e profissional. Os padrinhos são pessoas da sociedade civil que tenham disponibilidade emocional e ou financeira para participarem do programa", explicou.


Ela acrescentou ainda que em Macaé, a Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade, juntamente com a Coordenadoria da Proteção Social Especial de Alta Complexidade e o Cemaia promovem mensalmente o "Café do Encontro" nas unidades de acolhimento. Os eventos são oportunidades de estreitar laços com a comunidade e a equipe técnica esclarece dúvidas frequentes dos interessados.


"É um bate-papo legal, no qual explicamos a dinâmica do programa, a política de atendimento à criança e ao adolescente e o direito à convivência familiar e

comunitária", acrescentou .


Para participar é só ligar para uma das unidades e agendar 2765-2804/ 2765-2812/ 2765-2815.


O programa


A proposta é propiciar às crianças e adolescentes, em medida de acolhimentos institucional e familiar, com esperanças remotas de reinserção familiar e adoção, a oportunidade de construir laços de afeto e apoio material, com possibilidades de amparo educacional e profissional, com pessoas da sociedade civil que tenham disponibilidade emocional e/ou financeira para se tornar padrinho ou madrinha.


O Programa de Apadrinhamento estabelece três modalidades:


Apadrinhamento afetivo – visita regularmente o afilhado, buscando-o para passar fins de semana, feriados ou férias escolares, proporcionando as promoções social e afetiva e revelando a ele as possibilidades de convivência familiar e social saudáveis.


Apadrinhamento provedor – oferece suporte material ou financeiro à criança e ao adolescente.


Apadrinhamento prestador de serviços – atende às necessidades institucionais das crianças e/ou adolescentes, conforme a sua especialidade de trabalho, sendo um fornecedor de serviços médicos, odontológicos etc.


* Jornalista: Liliane Barboza/Comunicação Macaé.






 
 
 

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