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Por que gostamos de discutir nas redes sociais?


Foto arte: Reprodução internet / Nicolly Vimercate/TechTudo


Ah, a disseminação de informações em grande quantidade e de forma rápida! Os efeitos colaterais podem ocasionar riso, choro, raiva, momentos de reflexão ou até mesmo confusão mental. Seria muito bom se parasse por aí, né?


Mas não para por aí não, caro conectado. As brigas entre pessoas conhecidas ou até mesmo quem não se conhece aumentam muito nesses casos de informação saindo pelo ladrão! Quem nos dera se nada disso não existisse, não é mesmo?


Tudo pode começar por conta de uma ironia usada em alguma publicação até então polêmica. Alguém se sente ofendido e no direito de questionar o que a outra pessoa disse ou insinuou. E, pronto: tá aí o sorvetinho. O bolo da treta começa e, quando menos se espera, há mais de 50 respostas no seu comentário que nem à elas era direcionado.


Por que tanta briga?


Bom, é fato que algumas pessoas adoram ver uma briguinha, não é mesmo? Até então, nenhuma novidade. Porém, algumas pessoas escolhem postar temas polêmicos para provocar alguma reação adversa ou positiva.


E, por mais difícil que seja de aceitar, isso acontece pelo simples fato de que o ser humano é um animal sociável. Um ser que vive em sociedade e que precisa compartilhar suas experiências, sejam elas bem intencionadas ou não.


No entanto, as pessoas criam ideias utópicas de que se relacionar é um tanto quanto fácil e que as pessoas irão se relacionar sem afetar uma as outras. O que não é uma máxima, já que os debates e as discordâncias fazem parte do dia a dia.


A lógica de não discordar e gerar conflito é usada em ambientes de trabalho para que a convivência seja mais harmônica. Isso causa distorção sobre o que é ou não cabível para o momento, mas é certo que há coisas em que o limite pode ser realmente ultrapassado.


Já rolou até condenação


Sabe aquele palavrão que você deixa na caixa de comentários de alguma pessoa aleatória por aí internet à fora? Pois é. Três pessoas foram condenadas por compartilhar e postar postagens ofensivas contra a jornalista Madeleine Lacsko. Segundo a jornalista, criaram boatos para difamá-la e atingir sua honra e credibilidade. Isso fez com que ela sofresse linchamento virtual.


O resultado? As rés Stheffany Bruna Ferrari de Almeida e Mayranne de Almeida Bandeira foram condenadas. Já o réu Paulo de Oliveira Eneas foi condenado por compartilhar postagem ofensiva. Segundo a juíza, sua decisão se dá porque “a divulgação sem prévia apuração de veracidade configura negligência, senão dolo eventual, na ofensa a honra da vítima”, afirma.


E o linchamento, hein?


Em tempos modernos como esse a gente não pode dar mole, não. Qualquer interpretação errada que fizermos, estaremos sobre o julgamento e sobre a ótica de outras pessoas. Muitas vezes, os ânimos ficam alterados e as pessoas se exaltam, ofendendo os outros e até mesmo chegando às ameaças de morte.

De acordo com o doutor em psicologia Leonardo Goldberg, em entrevista para o Viva Bem, isso é só uma forma atualizada de expressar o que já acontece há muito tempo. “Eu tenho a impressão que a pessoa não tem noção do poder da palavra. A pessoa pode ficar deprimida, os efeitos são os mesmos que se fosse fora da internet. Muitas vezes elas não têm noção do quanto é nocivo”, conta.


Por fim, faz mal ou não?

Bom, pelo visto, caro conectado, é plausível dizer que as discussões em redes sociais causam bem e mal. Isso depende da situação em que a pessoa está inserida, o que a outra pessoa comunica, sabe? Em caso de fake news, difamação e preconceito, certamente isso causará danos que até então não são tão fáceis, isso se não for impossível de retornar.

É importante lembrar que, de forma online ou offline, pessoas compõem uma comunidade e que é dever de todos rever o tipo de palavras usadas durante uma discussão. Enquanto isso não ocorrer, provavelmente fará mais mal do que bem. A não ser que os seres humanos aprendam a eliminar seus sentimentos de uma vez por todas.

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