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Imbatíveis! Martine e Kahena são bicampeãs olímpicas na vela

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
3 de ago. de 2021
2 min de leitura

Brasileiras tiveram grande desempenho na semana e terminaram a medal race em 3º



As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram nesta terça-feira o bicampeonato olímpico na classe 49erFX. As velejadoras terminaram a regata da medalha em Tóquio na terceira colocação, o que foi suficiente para decretarem a primeira colocação geral e a 12ª medalha da delegação verde e amarela no Japão.


A prata ficou com as alemães Tina Lutz Susann Beucke, enquanto o bronze acabou nas mãos das holandesas Annemiek Bekkering Annette Duetz.

A vela brasileira mantém assim a tradição de ir ao pódio nos Jogos. Esta foi a 19ª medalha do Brasil em Olimpíadas: foram até hoje oito ouros, três pratas e oito bronzes. É o esporte que mais rendeu medalhas de ouro ao país no evento.


Imbatíveis! Martine e Kahena são bicampeãs olímpicas na Vela Foto: Carlos Barria


As brasileiras chegaram ao Japão com status de favoritas e mantiveram a regularidade durante toda a semana, para escrever mais um capítulo da vitoriosa parceria.


Martine é filha do bicampeão olímpico Torben Grael, e começou a velejar com quatro anos de idade pelo Rio Yacht Club. Kahena também é filha de um velejador campeão mundial, Claudio Künze. Elas se conheceram no início da adolescência, aos 13 anos, e começaram a participar de competições em barcos diferentes.


Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram a prata nos Jogos de Tóquio (FOTO: Olivier MORIN / AFP) Foto: Lance!


Depois de conseguirem o ouro em 2016, foram vice-campeãs mundiais em 2017, repetindo o feito de 2013 e 2015. Venceram o Campeonato Mundial de Classes Olímpicas em Aarhus, na Dinamarca, em 2018, e com isso se classificaram para Olimpíada de Tóquio-2020. Tudo isso mesmo com as duas afastadas da 49erFX por uma temporada para que Martine competisse na Volvo Ocean Race.


Já em 2019, elas venceram a etapa da Copa do Mundo disputada em Miami e, no mesmo ano, foram campeãs dos Jogos Pan-Americanos de Lima. No ano seguinte, a dupla foi vencedora do evento-teste que aconteceu em Tóquio, antes do início da pandemia.


* https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/LANCE


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