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Guedes alerta: sem reforma, salário de servidor pode ser interrompido

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
25 de mar. de 2019
2 min de leitura

Ministro da Economia do presidente Jair Bolsonaro diz que Reforma da Previdência não foi apresentada por acaso e diz que Estado Brasileiro está quebrado



Ministro Paulo Guedes prometeu reduzir tamanho do Estado - AFP.



Rio - Depois de anunciar, há pouco mais de uma semana, que os cargos deixados por servidores da União que se aposentarem não serão repostos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, fez um alerta ao funcionalismo nesta segunda-feira. Guedes disse, em evento da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), em Brasília, que, sem a Reforma da Previdência, a "primeira coisa que vai acontecer é a interrupção do pagamento de salários”.


O ministro ressaltou que o Estado Brasileiro está quebrado, e, diante disso, o primeiro a ser afetado será o servidor público. Aliás, a declaração de Guedes vem em meio às articulações das categorias da União —principalmente de representantes da Frentas (Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público) e do Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) — na Câmara dos Deputados.


Os servidores querem alterar pontos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6 da Reforma da Previdência: pretendem criar regras de transição aos que entraram no setor público até 31 de dezembro de 203, e evitar que a progressividade de alíquota previdenciária passe no Parlamento. Eles consideram esses itens inconstitucionais.


PEC evita colapso das finanças


O ministro da Economia defendeu que a reforma tem "várias dimensões favoráveis" e evita o "colapso das finanças públicas".


"São 200 milhões de brasileiros que precisam da reforma, mas existem 8 milhões que se beneficiam da fábrica de desigualdades e querem barrar a reforma", declarou ele, referindo-se à parte do funcionalismo público.


Ainda segundo Guedes, "quem votar contra está contra gerações futuras e a favor do colapso". "É simples assim do ponto de vista técnico. Você pode colocar com a roupa política que quiser", decretou.


Com informações da Agência Estadão Conteúdo.


* O DIA/Por PALOMA SAVEDRA.


 
 
 

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