Exames disparam, filas caem e cirurgias triplicam em Búzios

A saúde de Búzios virou a chave — e os números mostram isso com clareza.

Em poucos anos, o município saiu de um cenário de demanda reprimida para outro em que exames cresceram em escala, filas foram zeradas e cirurgias ganharam ritmo. O salto mais visível está nos diagnósticos: a tomografia, essencial para casos de urgência, saiu de pouco mais de 2 mil exames em 2020 para mais de 12 mil em 2025 — um aumento de mais de cinco vezes. O salto nas tomografias também reflete uma conquista da gestão: o HMRP, desde 2023, passou a ter tomógrafo próprio, garantindo mais agilidade no diagnóstico e autonomia ao sistema de saúde.
A ultrassonografia seguiu o mesmo caminho: de cerca de 2 mil para quase 25 mil exames no período. Já a ressonância magnética praticamente quadruplicou. Na prática, isso significa mais gente conseguindo diagnóstico no tempo certo — e menos agravamento de doenças.
Na cardiologia, o avanço é direto: a fila para ecocardiograma foi zerada. O exame, que em 2020 não chegava a 400 atendimentos por ano, agora passa de 2 mil. O monitoramento com holter também cresceu, ampliando o acompanhamento de pacientes com risco cardíaco.
Outro dado que muda a rotina da população está nas cirurgias. Em 2020, foram cerca de mil procedimentos. Agora, são quase 3 mil por ano. O impacto é imediato: o tempo de espera para cirurgias eletivas caiu para menos de um mês.
O crescimento não ficou restrito a um tipo de exame. Endoscopias e colonoscopias avançaram ao longo dos anos, ampliando o acesso a diagnósticos importantes, especialmente na prevenção de doenças mais graves.
O que os números revelam é uma mudança estrutural: a rede passou a produzir mais, com mais organização e menos fila. A ampliação da oferta de exames dentro do próprio município — como a tomografia no hospital — reduziu a dependência externa e evitou o acúmulo de espera.
Na comparação direta com o fim da gestão anterior, o cenário atual mostra uma rede mais robusta, com maior capacidade de resposta e acesso ampliado. Mais exames, mais cirurgias e menos espera deixaram de ser promessa para virar rotina.
Diagnóstico em alta: mais exames, menos espera
Tomografia: de 2.240 (2020) para 12.101 (2025)
Ultrassonografia: de 2.008 para 24.834
Ressonância magnética: de 1.024 para 3.925
Resultado: mais acesso a diagnóstico e menos risco de agravamento de doenças.

* Raupp Comunicação / Fotos: Divulgação.



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