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Brigitte Bardot: o ícone que redefiniu o cinema, a cultura pop e a militância animal

  • Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
    Jornal Esporte e Saúde
  • 29 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Foto: Reprodução internet


Por Mônica Braga


Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de setembro de 1934 — Saint-Tropez, 28 de dezembro de 2025) foi uma das figuras mais emblemáticas do cinema mundial e da cultura pop do século XX. Ícone internacional desde sua estreia nos anos 1950, “B.B.” transcendeu as telas para se tornar símbolo de uma nova era de liberdade feminina, estilo e ativismo — ainda que sua trajetória tenha sido marcada por controvérsias políticas nos últimos anos.


O nascimento de um mito


Nascida numa família da alta burguesia parisiense, Bardot começou sua carreira como modelo adolescente, estampando capas de revistas antes de migrar para o cinema no início dos anos 1950. Em 1956, estrelou E Deus… Criou a Mulher (Et Dieu… créa la femme), dirigido por Roger Vadim, que a lançou ao estrelato global graças à sua presença provocante e sensualidade sem precedentes nas telas.


Diário do Minho.


Nos anos seguintes, B.B. construiu uma filmografia de cerca de 50 filmes, incluindo títulos como A Verdade (1960) e O Desprezo (1963), que consolidaram sua reputação artística e notoriedade internacional. Sua imagem de mulher livre e desinibida ajudou a redefinir padrões culturais no pós-guerra.


Diário do Minho

Da fama às causas


Cansada da intensa exposição pública e do assédio constante da mídia, Bardot abandonou o cinema em 1973, aos 39 anos, no auge de sua carreira.


Após sua retirada das telas, dedicou sua vida à militância em defesa dos direitos dos animais. Em 1986, fundou a Fundação Brigitte Bardot para o Bem-Estar e Proteção dos Animais, que se tornou uma das mais ativas instituições de proteção animal da França, com campanhas globais contra diversas formas de crueldade.


Uma figura de contradições


Apesar de seu legado no cinema e no ativismo animal, as últimas décadas de sua vida foram marcadas por controvérsias políticas e comentários amplamente criticados. Bardot expressou publicamente opiniões que lhe renderam várias condenações na justiça francesa por incitação ao ódio racial, polarizando ainda mais sua imagem pública.


Brigitte Bardot permanece uma Figura histórica complexa: admirada por sua contribuição à cultura cinematográfica e ao ativismo pelos animais, mas também lembrada por suas posições políticas que provocaram severas críticas. Seu impacto — seja nas artes, na moda ou nas causas sociais — é inegável e segue sendo debatido em todo o mundo.


Quem é Mônica Braga — breve histórico profissional



Mônica Braga é uma jornalista brasileira com atuação em veículos de comunicação e projetos locais no estado do Rio de Janeiro. Ela trabalha na área de jornalismo e comunicação, com experiência em redação e produção de conteúdo, e também atua como professora e cronista em agências de notícias e secretarias municipais.


Ao longo de sua trajetória, Mônica tem abordado temas culturais, sociais, economia e de interesse comunitário, conectando acontecimentos internacionais — como o impacto cultural de figuras históricas — com perspectivas que dialogam com públicos diversos no Brasil. Sua formação inclui experiência em comunicação e jornalismo, consolidando-a como voz ativa na produção de matérias jornalísticas e crônicas que exploram tanto notícias urgentes quanto contextos culturais amplos.

 
 
 

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