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A ervilha como cérebro: bolsonarismo, moralismo seletivo e a política do ódio
Foto: Reprodução Por Mônica Braga Opinião A visita de Luiz Inácio Lula da Silva a uma escola em Niterói foi suficiente para reativar o que se pode chamar de “cérebro-ervilha” do bolsonarismo: pequeno, raso, reativo e programado para odiar qualquer símbolo de inclusão social. A reação não foi pedagógica, nem racional, nem democrática. Foi instintiva, quase biológica: atacar Lula, atacar a escola pública, atacar a política — enquanto fingem defender a moral. O bolsonarismo cons

Jornal Esporte e Saúde
18 de fev.2 min de leitura
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