Uma geração em protesto: 'gen Z' usa redes sociais para tomar as ruas ao redor do mundo

Protestos na França, Índia, Albânia e Chile têm forte presença de jovens. Mobilização pelas redes sociais amplia alcance e pressão sobre governantes, mas também deixa movimentos mais vulneráveis à polarização e à desinformação.

Foto: Abdul Saboor / Reuters / Reprodução internet
Do Chile à Índia, passando por França, Espanha e Albânia: jovens têm ocupado as ruas em protestos por educação, moradia, emprego e contra a corrupção.
Apesar das pautas e dos contextos políticos distintos, especialistas ouvidos pelo g1 destacam que essas mobilizações compartilham duas características: forte presença da geração Z e o uso das redes sociais como ferramenta de mobilização.
Segundo Regiane Bressan, professora de relações internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), plataformas como TikTok e Instagram, além de canais fechados como Telegram e WhatsApp, servem como catalisadores instantâneos das reivindicações populares, especialmente entre os integrantes da geração Z.
https://g1.globo.com/ Por Guilherme Naldis, Redação g1



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