top of page

SUS: Sangue raro cruza o país em voo comercial para atender paciente em estado grave

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
13 de out.
2 min de leitura

Parceria entre o SUS e as companhias aéreas agiliza o envio de bolsas de sangue raro entre estados. Este é o segundo transporte realizado na cabine de uma aeronave comercial


Foto: Paulo Cavalcanti/HEMOCE


O istema Único de Saúde (SUS) realizou, nesta quinta-feira (8), o segundo transporte de sangue raro na cabine de um voo comercial, por meio de uma parceria do Ministério da Saúde com as companhias aéreas. A bolsa de sangue, coletada no Ceará, foi enviada na quinta-feira e chegou nesta sexta-feira (9) a Juiz de Fora (MG), onde um paciente em estado grave aguardava uma transfusão. A iniciativa permite reduzir o tempo de transporte e agilizar o atendimento a pacientes que necessitam de tipos sanguíneos raros, seguindo o modelo já adotado para o transporte de órgãos destinados a transplantes. Até então, as bolsas de sangue raro eram transportadas como carga, modalidade sujeita a prazos mais longos e restrições.


“O transporte de sangue raro envolve situações clínicas que exigem articulação e colaboração entre diferentes instituições. A inclusão desse serviço na parceria entre o Ministério da Saúde, por meio do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), a Anac e as companhias aéreas permitirá agilizar o atendimento a pacientes em qualquer estado do país e viabilizar tratamentos que, de outra forma, poderiam não acontecer. Essa iniciativa fortalece a rede de solidariedade que faz do Brasil e do SUS uma referência para o mundo”, afirma a coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Luciana Maria de Barros Carlos.


Com a atualização do acordo, o transporte de sangue raro poderá ser realizado com mais agilidade, inclusive à noite, nos fins de semana e feriados, garantindo que o material chegue em tempo oportuno aos pacientes que necessitam de transfusão. A iniciativa envolve o Ministério da Saúde, por meio do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e da Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e as companhias aéreas brasileiras.


* Bruna Queiroz e Camila Marques / Saúde e Vigilância Sanitária / Ministério da Saúde.

 
 
 

Comentários


bottom of page