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SINPRO MACAÉ E REGIÃO LANÇA CAMPANHA EDUCATIVA DE COMBATE AO BULLYING

  • Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
    Jornal Esporte e Saúde
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura

Foto arte: Divulgação


O Sindicato dos Professores de Macaé  e Região ( Sinpro Macaé e Região) lançou, neste 7 de abril, Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, uma campanha educativa voltada à conscientização e ao enfrentamento do bullying dentro e fora do ambiente escolar.


A iniciativa busca mobilizar professores, estudantes, famílias e toda a sociedade em defesa de uma educação baseada no respeito, na empatia e na valorização da vida.


Foto: Divulgação


Com o lema “Eu defendo uma escola sem bullying e sem violência”, a campanha propõe ampliar o debate sobre práticas de intimidação sistemática, que afetam diretamente o desenvolvimento emocional, social e pedagógico dos estudantes.


Dados recentes reforçam a urgência do tema. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE/IBGE), cerca de 23% dos estudantes brasileiros relataram ter sofrido bullying. Já estudos mais amplos apontam que esse número pode chegar a 40,5%, evidenciando o crescimento da violência entre pares no ambiente escolar.


Agência de Notícias - IBGE


CNN Brasil


Além disso, aproximadamente 38% das escolas brasileiras registram ocorrências de bullying, o que demonstra a dimensão estrutural do problema. O cenário se agrava com o avanço do cyberbullying: cerca de 13,2% dos estudantes relatam humilhações em ambientes digitais.


Para a presidenta do Sinpro Macaé e Região, professora Guilhermina Rocha, enfrentar o bullying exige um olhar mais amplo sobre a sociedade.


“Combater o bullying é também enfrentar as desigualdades, os preconceitos e os discursos de ódio que atravessam o nosso cotidiano. Não se trata apenas de resolver conflitos na escola, mas de transformar a cultura que naturaliza a violência.


Defender a educação é defender a vida e o respeito às diferenças.”


O sindicato destaca que o enfrentamento ao bullying deve ir além de ações pontuais, exigindo políticas públicas consistentes, formação continuada de educadores e o fortalecimento de redes de proteção nas escolas. A campanha também reforça a importância da escuta ativa, do acolhimento às vítimas e da construção de práticas pedagógicas voltadas à cultura de paz.


A iniciativa será difundida por meio de materiais gráficos, redes sociais e ações de mobilização, convidando a comunidade a assumir o compromisso coletivo de dizer não à violência.


* Jornalista Bruno Pirozi / assessor de imprensa.




 
 
 

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