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Saque de última parcela do auxílio é liberado hoje para 3,4 milhões

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
6 de jan. de 2021
2 min de leitura

Nascidos em abril, que fazem parte dos ciclos 5 e 6, podem sacar ou transferir valor que já havia sido depositado na poupança digital


Nascidos em abril que fazem parte dos ciclos 5 e 6 podem resgatar benefício em dinheiro

ANDRE MELO ANDRADE/MYPHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO


A Caixa Econômica Federal libera nesta quarta-feira (6) o saque em dinheiro dá última parcela do auxílio emergencial para 3,4 milhões nascidos em abril. Já foram depositados mais de R$ 2 bilhões para esse grupo que faz parte dos ciclos 5 e 6 de pagamentos em conta poupança digital movimentada pelo aplicativo Caixa Tem, mas agora o valor pode ser resgatado ou transferido.


Desse total, a maior parte é referente às parcelas do auxílio emergencial extensão, de R$ 300, e o restante, R$ 200 milhões, às parcelas do auxílio de R$ 600.


Os beneficiários que terão o saque liberado hoje fazem parte dos últimos grupos e foram aprovados pelo aplicativo da Caixa ou inscritos no CadÚnico. Eles receberam a primeira parcela de R$ 600 em julho e vão ganhar tanto o auxílio normal como a segunda parcela do auxílio extra de R$ 300.


Segundo a Caixa, os valores creditados na conta poupança digital e não movimentados no prazo de 90 dias, no caso do auxílio emergencial, ou 270 dias, no caso do auxílio emergencial extensão, são devolvidos à União. Para o público que faz parte do Programa Bolsa Família, as parcelas têm validade de 270 dias.


- Fim do auxílio emergencial


Mesmo com o fim do programa de auxílio emergencial, a Caixa informou que manterá as contas digitais, "considerando a importância do processo de bancarização para o Brasil"


O governo já encerrou o programa que começou em abril e beneficiou 67,9 milhões de pessoas, com R$ 294 bilhões, principalmente trabalhadores informais e população de baixa renda, para minimizar os efeitos da pandemia de coronavírus.


O fim do benefício é uma das grandes preocupações por causa do impacto que pode provocar na economia, já que a pandemia de covid-19 deve se estender, provavelmente, nos próximos meses até a intensificação da vacina.


O governo cogitou lançar um novo programa que englobaria beneficiários do auxílio e do Bolsa Família, mas não saiu do papel. Também desitiu de prorrogar o pagamento, argumentando que o país tem uma capacidade de endividamento e não pode desequilibrar as contas públicas. Uma possibilidade será a ampliação do número de pessoas assistidas pelo Bolsa Família.


* https://noticias.r7.com/economia/.


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