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Reserva biológica federal mais antiga do Brasil completa 52 anos de preservação ambiental

  • Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
    Jornal Esporte e Saúde
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Unidade de Conservação em Silva Jardim é habitat de oito espécies em extinção, incluindo o mico-leão-dourado, que em todo o planeta, só existe no Rio de Janeiro.


Reserva biológica federal mais antiga do Brasil completa 52 anos — Foto: Mehgan Murphy


A Reserva Biológica de Poço das Antas, localizada em Silva Jardim, na Região dos Lagos do Rio, completa 52 anos nesta quarta-feira (11). Considerada a mais antiga do Brasil, a unidade de conservação federal é referência no trabalho de preservação da Mata Atlântica e de espécies ameaçadas de extinção.


Um dos principais motivos para a celebração é a preservação de oito espécies ameaçadas, conduzida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) por meio do Núcleo de Gestão Integrada Mico-leão-dourado.


“Continuar cuidando da natureza com as pessoas, dialogar e trocar experiências com as comunidades do entorno, preservar as árvores nativas, ampliar o plantio de espécies da Mata Atlântica, coibir o tráfico de animais e a caça, e promover visitação com objetivos educacionais são algumas das nossas conquistas e desafios”, destacou a chefe do núcleo, Gisela Carvalho.


Unidade de Conservação é habitat de oito espécies em extinção, incluindo o mico-leão-dourado — Foto: Breno Tardin


Preservação do mico-leão-dourado


Com mais de 5 mil hectares, a reserva foi criada a partir do trabalho do primatólogo Adelmar Coimbra Filho e do ambientalista Alceo Magnanini, com o objetivo de salvar o mico-leão-dourado, espécie símbolo da Mata Atlântica que ainda está ameaçada de extinção e só existe no Rio de Janeiro.


Em 1974, ano da criação da reserva, havia pouco mais de 200 micos-leões-dourados. Hoje, graças às ações do ICMBio e de parceiros, cerca de cinco mil animais vivem soltos na natureza.


A reserva está dentro da Área de Proteção Ambiental da Bacia do Rio São João, também gerenciada pelo núcleo do ICMBio.


Por g1 — Silva Jardim

 
 
 

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