Quando a política encontra a vida real


Foto arte: Reprodução internet
Opinião. Mônica Braga
O Brasil precisa de governo com rosto, memória e humanidade
Na reta final da disputa presidencial, comparar propostas é mais importante do que repetir slogans. E, olhando para as prioridades apresentadas, Lula coloca no centro temas que atingem diretamente a vida da população: saúde, educação, combate à desigualdade, trabalho, segurança alimentar e investimento público. O programa também prevê fortalecimento do SUS, vacinação e ampliação de políticas sociais.
Há uma memória que não pode ser apagada: as mais de 700 mil vidas brasileiras perdidas para a Covid-19. A pandemia deixou famílias destruídas e também abriu um debate sobre decisões, discursos e respostas do poder público diante da maior emergência sanitária da nossa geração. Os registros oficiais do período documentam a dimensão da crise.
Não se trata apenas de economia, números ou discursos de ordem. Governar é decidir quem será protegido quando a vida aperta.
Na minha leitura, entre as propostas apresentadas, Lula dialoga mais diretamente com essa necessidade de um Estado que enxergue pessoas antes de enxergar estatísticas.
Porque resultado de governo não pode ser medido apenas por planilhas. Há resultados que têm nome, rosto e memória. E há vidas que não podem ser tratadas como números.
* Texto: Jornalista Mônica Braga / assessora de imprensa.



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