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Legislativo macaense debate saúde e formação de profissionais médicos

  • Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
    Jornal Esporte e Saúde
  • 6 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Proposições estimularam também discussão sobre suposto caso de mal atendimento na rede pública. Foto: Tiago Ferreira.


A aprovação em bloco de uma série de requerimentos na área de saúde (277, 278, 284, 290 e 298/2025), na sessão desta quarta-feira (3), na Câmara Municipal de Macaé, deu início a uma discussão sobre precarização do atendimento na rede básica de saúde e a necessidade de melhorar a formação médica na cidade. As proposições são da Dra. Mayara Rezende (Republicanos).


Amaro Luiz (PV) aproveitou a votação das matérias sobre saúde para denunciar o caso de um menino atendido na rede pública. Segundo o vereador, ele teria voltado para casa sem tratamento, sentindo fortes dores por cinco dias. Apenas ao retornar a uma unidade de saúde, foi constatado que o seu braço estava quebrado. “O médico que o atendeu inicialmente não viu a fratura por falta de atenção ao examiná-lo. Negou o atestado médico e o atendimento devido”, relatou.


Mayara Rezende sugeriu a apuração do caso pelo Executivo e a abertura de processo administrativo para punir o médico se for comprovada negligência. O debate levou a vereadora Leandra Lopes a compartilhar o resultado da reunião que ela e a colega Mayara tiveram com a Reitoria da UFRJ, na última terça-feira (2), a fim de buscar o atendimento das demandas dos alunos do curso de medicina do campus Macaé. 


O pedido de mediação do Legislativo foi feito por uma comissão de estudantes na semana anterior. “A reivindicação é devido à falta de professores, preceptores e estágios na rede pública. Precisamos de mais médicos e uma melhor formação para esses futuros profissionais”, explicou Leandra, acrescentando que a UFRJ se comprometeu em solucionar as questões que lhe cabem.


De acordo com Luciano Diniz (Cidadania), parte dos problemas relatados pelos estudantes de medicina é fruto da precarização da gestão anterior da UFRJ. “Outra parte cabe ao governo, para que dê aos médicos, que atuam na rede pública do município, incentivos para acompanhar e supervisionar grupos de acadêmicos de medicina”, elucidou.


O presidente Alan Mansur (Cidadania) afirmou que o prefeito Welberth Rezende (Cidadania) está empenhado em resolver os problemas que envolvem ações do Executivo. Ele acrescentou que, nesta quinta-feira (4), está prevista uma nova reunião para a condução final das reivindicações.


* Texto: Jornalista Adriana Corrêa / Adriana Porto Comunicação /

Câmara Municipal de Macaé

 
 
 

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