top of page

Inclusão digital de mulheres fortalece a autonomia feminina, amplia vozes e reduz desigualdades históricas

  • Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
    Jornal Esporte e Saúde
  • há 48 minutos
  • 2 min de leitura

Programas do Ministério das Comunicações levam conectividade e inclusão digital a mulheres em todos os cantos do país


Foto: Shizuo Alves/MCom


O acesso à informação, à conectividade e às tecnologias digitais tem se mostrado um instrumento essencial para fortalecer a autonomia feminina, ampliar vozes e reduzir desigualdades históricas. Por isso, o Ministério das Comunicações (MCom) tem levado políticas públicas de inclusão digital a mulheres em todos os cantos do país.


Programas de conectividade, inclusão digital e expansão da infraestrutura de telecomunicações ajudam a levar conhecimento, serviços públicos e novas possibilidades de educação, trabalho e empreendedorismo a milhões de brasileiras.


Um dos programas do MCom que mais beneficiam mulheres é o Computadores para Inclusão, que, desde sua criação, já beneficiou 54 instituições especializadas no atendimento a mulheres em todo o país, totalizando 559 computadores recondicionados à disposição do público feminino.


O programa também já permitiu, por meio dos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), a formação de 25.293 alunas, que representam mais de 50% do público dos cursos.


“A área de Tecnologia da Informação é, historicamente, ocupada majoritariamente por homens. Uma das coisas que mais dificultam a permanência de mulheres nesses espaços é não se enxergarem como parte do ambiente. Buscando alterar essa realidade, o programa Computadores para Inclusão atua valorizando e estimulando a presença da mulher no mercado de trabalho”, destaca o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.


O Ministério das Comunicações também atua por meio de parcerias em benefício das mulheres, como no programa Asas para o Futuro, do Ministério das Mulheres. A iniciativa busca facilitar o acesso de jovens mulheres em situação de vulnerabilidade ao mercado de trabalho em áreas predominantemente masculinas, como tecnologia, energia e infraestrutura.


Entre as iniciativas está o programa Mulheres na TI, voltado à qualificação feminina na área de tecnologia da informação. O MCom também aderiu à campanha do Governo Federal de enfrentamento à violência contra as mulheres.


Neste ano, os ministérios das Comunicações e das Mulheres firmaram ainda um Acordo de Cooperação Técnica para ampliar o programa Computadores para Inclusão, com a doação de equipamentos eletrônicos e a oferta de cursos de capacitação em tecnologia e informática.


Com a parceria, organizações sociais indicadas pelo Ministério das Mulheres receberão computadores recondicionados para estruturar ações de capacitação voltadas às mulheres. O objetivo é apoiar desde a qualificação profissional até o empreendedorismo e a geração de renda, com foco em comunidades urbanas, rurais, indígenas e quilombolas.


Em parceria com os Correios, o Ministério das Comunicações também lançou recentemente um selo institucional em comemoração ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. A arte do selo foi criada pelo Instituto Afrolatinas, destacando a importância e a luta dessas mulheres na sociedade.


PREOCUPAÇÃO COM O AMBIENTE INTERNO


Internamente, o Ministério das Comunicações também adota políticas de valorização e proteção das mulheres. Há um ano, foi criado o serviço da Ouvidoria da Mulher, destinado a acolher servidoras que, de alguma forma, venham a se sentir com seus direitos violados, especialmente em casos de violência sexual, moral ou discriminação.


* https://www.gov.br/mcom/Comunicações e Transparência Pública



 
 
 

Comentários


bottom of page