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Câncer no Brasil expõe país dividido entre prevenção e diagnóstico tardio; veja tipos mais letais por região

  • Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
    Jornal Esporte e Saúde
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

Estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta contrastes regionais no perfil da doença e mostra que cânceres preveníveis ainda concentram mortes nas áreas mais pobres do país.


Entre as mulheres, o câncer de mama permanece como o mais incidente no país.

— Foto: Adobe Stock


O Brasil deve registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028, segundo a nova estimativa divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca).


🔴 Mais do que indicar o avanço da doença, o levantamento revela um país profundamente desigual: enquanto parte da população convive com cânceres que estão associados ao envelhecimento e ao estilo de vida urbano, outra ainda enfrenta tumores amplamente preveníveis, diagnosticados tardiamente e concentrados nas regiões mais pobres.


O retrato traçado pelo Inca mostra que o câncer já se consolidou como um dos principais desafios de saúde pública do país. De acordo com o instituto, é possível que em um futuro próximo essa seja a principal causa de morte no Brasil, superando doenças historicamente mais comuns como problemas cardíacos.


Os dados devem servir para o desenvolvimento de políticas públicas que possam ampliar o atendimento onde há desigualdade e melhorar o rastreio onde pessoas ainda morrem por doenças tratáveis. Nesta manhã, durante a apresentação dos dados, o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reconheceu que essa precisa ser uma prioridade.


* Por Poliana Casemiro, Talyta Vespa, g1



 
 
 

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