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Com 100 casos confirmados e uma morte, maior aldeia de MS está em alerta para epidemia de chikungunya

  • Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
    Jornal Esporte e Saúde
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

Governo estadual e prefeituras de Dourados e Itaporã montaram força-tarefa para controlar disseminação da doença entre indígenas. Nas aldeias Jaguapiru e Bororó são quase 100 casos confirmados. Reserva tem cerca de 20 mil indígenas guarani-kaiowá.


Pneus e outros itens são encotrados em aldeia e favorecem disseminação do mosquito Aedes aegypti. — Foto: Reprodução/TV Morena


Dourados (MS) está em alerta para uma possível epidemia de chikungunya na Reserva Indígena, onde vivem cerca de 20 mil indígenas guarani-kaiowá. Quase 100 casos da doença foram confirmados nas aldeias Jaguapiru e Bororó, que fazem parte da Reserva, considerada a maior de Mato Grosso do Sul, com 3,5 mil hectares.


Conforme a prefeitura, o município registra 515 notificações de chikungunya. O cenário ficou mais grave após a morte de uma mulher de 69 anos, moradora da aldeia Jaguapirú. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ela tinha diabetes e hipertensão. Os primeiros sintomas apareceram em 13 de fevereiro, e a morte foi registrada no dia 26.


O aumento rápido de casos levou a uma reunião, nesta sexta-feira (6), entre a Secretaria Municipal de Saúde, representantes de instituições indígenas e médicos que atuam nas aldeias para definir novas estratégias de controle.


* Por Loraine França, Gustavo Marques, g1 MS e TV Morena — Mato Grosso do Sul

 
 
 

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