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Colégio Adventista encanta Vila do Papai Noel com ‘Natal em qualquer língua’

Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
Jornal Esporte e Saúde
13 de dez. de 2024
3 min de leitura

Com músicas também em inglês, foco foi escolher canções com letras que encantam as crianças e transmitem esperança de Jesus


Em três sessões, às 18 horas, 19 horas e 20 horas, crianças de dois a 11 anos do Colégio Adventista se apresentaram nesta quinta-feira (12) dentro da programação da Vila do Papai Noel, na Praia Campista. O tema foi “Natal em qualquer língua”.



A diretora do Colégio Adventista, Cibele Soares, informou que cada coral ensaiou seis músicas natalinas com o objetivo de elevar o verdadeiro espírito de Natal. “Nosso foco foi apresentar Jesus, o verdadeiro presente de Natal, a vinda dele neste mundo”, endossou.



De acordo com o professor formado em Licenciatura em Música, Samuel Brito, a escolha do tema “Natal em qualquer língua” foi inspirada ouvindo a música "Amor em qualquer língua", do grupo Prisma.



“Foi impossível não conectar isso com o Natal e a mensagem de Jesus, que é universal e atravessa idiomas e culturas. Como somos uma escola bilíngue, pensamos: ‘Por que não criar uma Cantata que celebre o nascimento de Jesus em várias línguas?’ O foco foi escolher músicas com letras marcantes que encantassem as crianças e transmitissem essa esperança linda que só Jesus traz”, esmiuçou.



Samuel Brito explicou que o processo de preparação para as apresentações começou em meados de agosto com a escolha do repertório e em seguida, os ensaios semanais na capela do colégio. “Fizemos arranjos para duas vozes (meninos e meninas) e também uma seleção para os solistas. Em sala de aula, trabalhamos a pronúncia direitinho, já que temos músicas em inglês. Depois, juntamos tudo nos ensaios gerais para ajustar a performance. Foi um processo intenso, mas muito especial”, classificou.



Ênfase foi na música e na mensagem


Sobre as atividades artísticas que as crianças realizaram para se preparar para o tema, o professor informou que a ênfase foi na música e na mensagem. “As crianças mergulharam no repertório e no significado das letras, além de aprenderem mais sobre como Jesus e como o amor d’Ele pode ser celebrado em diferentes culturas”, salientou.


Segundo o especialista, a diversidade cultural da apresentação está nas músicas, que trazem diferentes línguas e mostram como o nascimento de Jesus é celebrado pelo mundo. “O coral, com sua energia e emoção, passou toda a beleza dessa mensagem universal”, expressou.


Samuel Brito dá aula do maternal até o nono ano do Fundamental Dois. Para as crianças menores realiza atividades com destaque na musicalização infantil.


Já no Fundamental Um e Dois, a arte se mistura com Pintura, Literatura, Música, Teatro e Dança.



Coral une famílias e comunidade


A mãe Ramani Franco, levou sua filha, Clarice Franco, de oito anos, para participar do coral. “O desenvolvimento artístico das crianças é algo que precisamos estimular, e ver o coral do colégio se apresentando aqui mostra o quanto essa área está sendo incentivada”, assinalou.


Já Clarice elogiou as aulas com o professor Samuel. “São muito divertidas. Eu adoro!”, disse.


Apólo Francisco, pai de Bernardo Mendes, de cinco anos, que participou do coral, destacou que o evento foi uma oportunidade para acompanhar o aprendizado artístico do filho no colégio. “As crianças são introduzidas ao universo da arte e neste coral, de forma integrada ao espírito do Natal”, afirmou.


Para Márcia Cristina, que assistiu ao coral, a ideia do tema 'Natal em qualquer língua' foi inovadora. “As crianças estão animadas e isso traz uma energia incrível para a programação”, avaliou.


“As crianças se apresentando, cantando e dançando é emocionante”, opinou Isabela Costa, que estava com a filha Laura.


A professora Natália Caroline contou como foi fazer parte do coral, lembrando que cada música traz uma emoção diferente, o que aumenta a conexão com o público.


“Nesta época do ano, o coração das pessoas fica mais sensível, e apresentar músicas em português e em outras línguas também é uma forma de emocioná-las”, ressaltou.


* Texto: Jornalista Janira Braga /Foto: Rui Porto Filho/Comunicação Macaé.


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