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Brasil registra seis mortes suspeitas por pancreatite associadas a canetas emagrecedoras, aponta Anvisa

  • Foto do escritor: Jornal Esporte e Saúde
    Jornal Esporte e Saúde
  • há 57 minutos
  • 1 min de leitura

Dados da agência mostram ainda mais de 200 casos suspeitos de pancreatite ligados a medicamentos usados para diabetes e obesidade. Especialistas alertam para uso sem indicação e acompanhamento médico.


Canetas emagrecedoras liberadas no Brasil. — Foto: Augusto Castro/Primeira Página


Seis mortes suspeitas e 225 casos suspeitos de pancreatite foram notificados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em associação ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil desde 2018.


As informações constam no VigiMed, sistema oficial da Anvisa, e em relatos de pesquisa clínica com esses medicamentos no Brasil. As notificações de casos e mortes envolvem diferentes medicamentos agonistas do GLP-1, como semaglutida, liraglutida, lixisenatida, tirzepatida e dulaglutida.


A pancreatite associada ao uso das canetas emagrecedoras ganhou atenção internacional no início do mês, após um alerta divulgado no Reino Unido sobre caso em usuários de medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1. No país, há 19 mortes.


Autoridades sanitárias e especialistas reforçam que os dados não apontam que é preciso suspender o uso das canetas emagrecedoras, mas destacam a importância da prescrição responsável e do acompanhamento médico.


* Por Poliana Casemiro, g1

 
 
 
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