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5º Fórum Nacional dos Pontos de Cultura amplia representatividade da Cultura Viva e aprova novos GTs na 6ª Teia Nacional

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    Jornal Esporte e Saúde
  • há 1 dia
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Plenária do segundo dia da Teia Nacional marca o fortalecimento da governança da Cultura Viva e ampliou a representação estadual da rede


Foto: Julia Faè´


OMinistério da Cultura (MinC) promoveu, nesta quarta-feira (20), o segundo dia de debates do 5º Fórum Nacional dos Pontos de Cultura (FNPdC), realizado dentro da programação da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, em Aracruz (ES). O encontro consolidou propostas voltadas ao fortalecimento da Política Nacional Cultura Viva (PNCV), com foco em justiça climática, financiamento e sustentabilidade das práticas culturais, além de eleger novos delegados estaduais e aprovar a ampliação dos grupos temáticos da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC), que passou de 22 para 25 GTs.


O Fórum encerrou esta etapa consolidando uma das maiores ampliações de representatividade da rede Cultura Viva desde a criação da política. Segundo Wertemberg Nunes, integrante da executiva da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, cerca de 500 a 600 pessoas passaram a compor os colegiados das redes estaduais e das ações temáticas nacionais, estrutura responsável pela organização da participação social na governança da Cultura Viva.


“Até então, a representação nacional era formada por cerca de 61 integrantes. Com a reformulação aprovada no fórum, a rede ampliou sua presença territorial e temática, incorporando representantes de diferentes regiões administrativas dos estados e fortalecendo segmentos específicos da Cultura Viva”, afirmou.


Durante a plenária, a deputada federal Jandira Feghali destacou a importância histórica da Política Cultura Viva e afirmou que a legislação representa “o Brasil profundo”, marcado pela diversidade cultural e pela criatividade popular. A parlamentar relembrou sua atuação no Congresso Nacional durante a construção da lei e defendeu o fortalecimento das políticas públicas para a cultura popular brasileira. “Não tem soberania nacional sem soberania cultural”, declarou.


Uma das principais mudanças aprovadas foi a transformação dos antigos Grupos de Trabalho (GTs) em Ações Temáticas Nacionais, responsáveis por representar redes organizadas em segmentos culturais articulados em pelo menos três regiões do país. As ações temáticas, juntamente com as redes estaduais, passam a eleger representantes para o chamado “Pleno” da Cultura Viva, instância deliberativa da política em que estados e segmentos temáticos possuem igualdade de voto nas decisões estratégicas da rede.


As propostas aprovadas também reforçaram medidas de fortalecimento econômico para mulheres, mestres, mestras e comunidades tradicionais, além da garantia de fomento continuado para povos e comunidades de matriz africana e do reconhecimento automático como Pontos de Cultura de grupos das culturas populares com mais de 25 anos de atuação.


* https://www.gov.br/cultura/ Cultura, Artes, História e Esportes.






 
 
 

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