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Macaé inicia campanha de vacinação contra paralisia infantil

O público-alvo são crianças a partir de dois meses a menores de cinco anos

Foto arte: Reprodução internet


A Secretaria de Saúde de Macaé por meio do Programa Municipal de Imunização, inicia nesta segunda-feira (27), a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite (paralisia Infantil), que segue até o dia 14 de junho. O Dia D de mobilização acontece no dia oito de junho


A vacina está disponível nas Unidades Básicas de Saúde e de Estratégia Saúde da Família, de segunda a sexta-feira. O público-alvo são crianças a partir de dois meses a menores de cinco anos.


A gerente do Programa de Imunização, Samyra Mayer, explica que a vacina via oral (dose extra) é voltada para crianças de um ano a menores de cinco anos e atualização da caderneta para crianças de dois meses a menores de um ano que estão com o esquema incompleto com a vacina injetável.


Ela ressalta que a campanha é fundamental para reduzir o risco de reintrodução da doença no Brasil, onde a doença foi considerada erradicada desde 1994, e o aumento da cobertura vacinal é a melhor estratégia para manter a situação


Para receber a vacina é necessário apresentar o cartão de vacinação e o documento de identidade da criança ou Cartão do SUS.


Poliomielite – Segundo informações da Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde a poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que vive no intestino, chamado poliovírus, que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas infectadas e provocar ou não paralisia. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.


Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principais características a flacidez muscular, com sensibilidade preservada, e a ausência de reflexo no segmento atingido.


A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral-oral, através de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar).


* Texto: Jornalista Genimarta Oliveira / / Comunicação Macaé.


Divulgação:


Macaé / RJ



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