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Confira como será a aplicação da terceira dose contra a covid-19 no Rio

Ideia da dose de reforço foi aprovada na segunda-feira (23) pelo Comitê Científico e deve começar em setembro




Rio - Foi publicada na edição desta terça-feira (24) do Diário Oficial do Município a ata da reunião realizada ontem pelo Comitê Científico, que deu aval para a aplicação da terceira dose em idosos, proposta defendida há meses pelo prefeito Eduardo Paes e pelo secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. A prefeitura prevê começar essa fase de aplicação já em setembro, começando pelas pessoas que vivem nos asilos da cidade.


Na reunião, o Comitê concordou que a prefeitura inicie "o mais breve possível a DR (dose de reforço) para idosos, independente da vacina realizada no esquema inicial". Isso significa que todos as pessoas com 60 anos ou mais poderão tomar, ainda que não tenham sido imunizados com a Coronavac. A terceira dose aplicada será da Pfizer, ou da Astrazeneca.

O Comitê orientou que a dose de reforço comece a partir das Instituições de Longa Permanência, os chamados asilos, como foi feito com a primeira dose, em janeiro. Depois, a vacinação passa a ser por faixa etária: primeiro, para idosos com mais de 80 anos; idosos com mais de 75 anos; idosos com mais de 65 anos; e então idosos com mais de 60 anos. Uma dose de reforço para os profissionais da saúde ainda será discutida. Os especialistas afirmam que ainda não há estudos que comprovem a necessidade e a eficicácia.


A Secretaria Municipal de Saúde deve enviar ofício ao Ministério da Saúde com as decisões tomadas na reunião do Comitê Científico. A SMS espera receber doses esta semana para iniciar a vacinação geral dos adolescentes. A pasta avalia que não haverá conflitos de falta de doses com a aplicação simultânea nos dois grupos.

Ministro: terceira dose em todo o Brasil só quando o país avançar na segunda


A logística da distribuição, no entanto, depende do Ministério da Saúde. O ministro Marcelo Queiroga afirmou na segunda-feira que pretende nacionalizar a aplicação da terceira dose quando "avançarmos na segunda", e que espera "evidências científicas" para confirmar o plano.


"A OMS [Organização Mundial da Saúde], hoje, ditou uma posição no sentido de que não se avançasse na terceira dose enquanto a segunda dose não fosse aplicada na maior parte na população global", acrescentou o ministro.


* https://odia.ig.com.br/.


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