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Capitaneada por Laíla, Unidos da Tijuca conta a história do pão na Sapucaí


O desfile da Unidos da Tijuca nesta segunda-feira Foto: Pablo Jacob.


Capitaneada por Laíla, que deixou a Beija-flor após 23 anos de trabalho, a Unidos da Tijuca entrou na Marquês da Sapucaí tentando voltar ao Desfile das Campeãs com o enredo "Cada macaco no seu galho. Ó, meu Pai, me dê o pão que eu não morro de fome!”. Ano passado, a escola ficou em sétimo lugar e não voltou no sábado das Campeãs e, em 2017, teve um acidente com um carro alegórico que prejudicou o desfile.


Laíla volta à Tijuca, escola na qual trabalhou entre 1980 e 1982, para desenvolver com a comissão de carnaval o enredo que começa na antiga Mesopotâmia, tratando sobre o surgimento do alimento sagrado. A escola tratou também o pão como característico das religiões, como a católica. A agremiação do Borel entrou na Avenida já com o dia claro e se preparou para o desfile nessas condições de luminosidade. A escola trouxe imagens e representações de Jesus Cristo no primeiro setor.


A novidade seria ter um padre, Omar, puxando o início do samba. O padre chegou até mesmo a visitar o barracão da escola. Ele, no entanto, não veio porque foi chamado para comparecer em Roma.


O coreógrafo da comissão de frente da Unidos da Tijuca, Jardel Augusto Lemos, chegou à Apoteose comemorando ter entrado com o pé direito no grupo especial. Ano passado ele coreografou a comissão da Porto da Pedra, na série a.


— Acredito que minha estreia foi com chave de ouro. Foram meses de ensaios intensos, mas tenho muito que agradecer aos bailarinos porque esse trabalho foi feito em conjunto. Fizemos 20 laboratórios em que eles escreveram cartas e trouxeram suas vivências para construirmos essa encenação.


* Extra/Globo/Notícias/carnaval/Juliana Castro e Rafael Galdo.







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