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Campeões mundiais na base avançam na estreia na Copa do Mundo de vôlei de praia


Tainá e Vic passaram em terceiro no grupo K (Créditos: Divulgação/VolleyballWorld)


A Copa do Mundo de vôlei de praia 2023, no México, chega à fase eliminatória com oito das nove duplas brasileiras que iniciaram a competição ainda na disputa pelo pódio, e por importantes pontos na corrida olímpica para Paris 2024. Nesta quarta-feira (11.10) os times do Brasil entram em quadra e cada partida é decisiva. Para cinco destes atletas a experiência vai muito além de disputar o principal evento da temporada. Arthur Lanci, Andressa, Vitória, Tainá e Vic têm títulos mundiais nas categorias de base, mas estreiam na disputa principal.


“A escola brasileira de vôlei de praia é muito tradicional, com resultados relevantes na base. A CBV trabalha para identificar e desenvolver talentos. Realizamos etapas do Circuito Brasileiro sub-17, sub-19 e sub-21, além de peneiras de observação nas praças que recebem o Circuito Brasileiro. Ter na disputa da Copa do Mundo tantos atletas que já passaram por estes processos da base com sucesso nos enche de orgulho”, diz Guilherme Marques, gerente de vôlei de praia da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que foi campeão, ao lado de Pará, na primeira edição da Copa do Mundo de vôlei de praia, em 1997, em Los Angeles.


Em Campeonatos Mundias de base, que são realizados desde 2001, o Brasil conta com 23 títulos (oito na categoria sub-19 e 15 na categoria sub-21), enquanto no adulto, que teve a primeira edição realizada em 1997, são 13 títulos para duplas brasileiras. Dos 18 atletas brasileiros que iniciaram a competição, 13 têm títulos mundiais na base, além dos cinco estreantes na edição atual, Carol Solberg, Bárbara Seixas, Duda, Ana Patrícia, Renato, Pedro Solberg, Guto e George.


“O Brasil tem uma tradição de revelar talentos, nesta Copa do Mundo por exemplo são muitos atletas que conquistaram títulos mundiais na base e hoje representam nosso país entre os melhores do mundo. Uma das funções de nossa comissão é manter este legado, cuidar da transição entre base e adulto”, disse Leandro Brachola, supervisor técnico da comissão técnica de vôlei de praia da CBV.


Arthur Lanci, 27 anos, campeão mundial sub-19 (2014) e sub-21 (2016): “Um dos nossos maiores objetivos deste ano era a classificação para a Copa do Mundo, e quando ela veio, senti uma mistura de emoções. Por um lado, a felicidade de ter conseguido a vaga na disputa, e por outro o nervosismo com a pressão de representar o Brasil na maior competição que eu já participei. Mas estar ao lado do Evandro me traz uma tranquilidade e confiança. Ter sido campeão na base ajuda a lidar com essa pressão. Hoje tem muitos atletas da minha geração competindo”.


Andressa, 26 anos, campeã mundial sub-19 (2014): “Meu primeiro pensamento foi, sempre acredite! Foi um misto de sensações muito especiais, uma sensação de meta alcançada, com gratidão pelo bom trabalho em equipe e do time. Com relação ao Campeonato mundial de base que fui campeã em 2014, me traz uma maravilhosa lembrança de alegria e de muita raça. Então trago comigo o mesmo sentimento, mas com o adicional da experiência do circuito mundial adulto, que já venho disputando nesses dois anos, colhendo bons frutos jogando contra os melhores times do mundo”.


Tainá, 27 anos, campeã mundial sub-19 (2013): “Ano passado já era um sonho nosso jogar a copa do mundo. Então no início desse ano já tivemos que traçar algumas metas para que esse objetivo acontecesse, tivemos um início de ano muito bom, o que nos permitiu alcançar a classificação. Quando finalmente vi que estávamos na lista foi um sentimento de dever cumprido muito grande, uma realização nossa. E agora acho que temos que colocar esse sentimento na quadra, de que fizemos muito para estar aqui misturado com a alegria que é jogar esse esporte. Acho que o título mundial da base foi muito importante para que eu pudesse acreditar que vai dar certo em cada desafio que pareça ser difícil”.


Vic, 24 anos, campeã mundial sub-19 (2016) e sub-21 (2019): “Ficha está caindo só agora que chegamos no México. É um campeonato especial, que eu sempre almejei participar. Passa um filme na cabeça com todo o caminho percorrido até aqui. Já estamos sentindo a energia da competição, o nervosismo começou já no caminho para o aeroporto. Eu amadureci muito desde que conquistei o Mundial sub-21 em 2019 até hoje. A Copa do Mundo é uma competição única, e a experiência que tivemos na nossa participação este ano no Circuito Mundial foram importantes para chegarmos aqui mais preparadas”.


Vitória, 23 anos, campeã mundial sub-21 (2019): “O que passou na minha cabeça foi que tudo o que fiz até agora valeu a pena. Esse era o grande objetivo do time para esse ano. Trabalhamos duro, mas conseguimos. É uma honra poder participar de uma copa do mundo. Confesso que estou agindo como se fosse uma etapa normal, acho que não caiu a ficha. Mas nós nos preparamos bem para esse objetivo. Agora quero levar o melhor resultado para o Brasil”.


* https://cbv.com.br/noticia/


Divulgação:


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