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Brasil tenta juntar os cacos contra a Eslovênia e histórico ruim e levar o bronze no Mundial


Foto: FIVB


Um time com constantes títulos no currículo tem dificuldades em encarar os tropeços. Quando estes acontecem em momentos decisivos, fica complexo encontrar a motivação alcançar algo que não foi almejado. O Brasil vai entrar em quadra neste domingo, às 13h (de Brasília), para enfrentar a Eslovênia pela disputa do bronze do Mundial de vôlei masculino, na Polônia. Mais do que valorizar o pódio, a seleção brasileira quer conquistar o resultado para apagar o histórico ruim em jogos de medalha.

- A gente acreditava na final, então é bem frustrante. Mas temos que resetar, por mais difícil que seja. Difícil jogar o bronze em menos de 24 horas. Mas vamos juntos os cacos, ver os problemas físicos que tivemos na partida contra a Polônia e vamos com tudo para o jogo - disse o capitão Bruninho.


O Brasil chegou desacreditado no Mundial, mas fez uma campanha invicta até a semifinal. A seleção cresceu durante a competição, com a evolução do levantador Fernando Cachopa, mas perdeu o ponteiro Lucarelli no momento decisivo da partida contra a Polônia. O campeão olímpico sentiu dores na panturrilha esquerda e pode não entrar em quadra contra a Eslovênia.


O histórico do Brasil em jogos de medalha é desfavorável. Nas Olimpíadas de Tóquio, no ano passado, a seleção disputou o bronze com a Argentina e ficou na quarta colocação. Em Mundial, a última vez que a equipe brasileira brigou pelo terceiro lugar no pódio foi em 1998, na edição disputada no Japão. Também foi difícil encontrar motivação, e time também ficou na quarta posição. Agora, no entanto, Bruninho, garante que será diferente.

- Vamos dar tudo por esse bronze!


Diferentemente do Brasil, a Eslovênia sofreu um revés na fase grupos. O time perdeu para a França por 3 sets a 2, mas o resultado não comprometeu na sequência da competição. Pelo contrário, deu ainda mais ritmo para superar os próximos adversários. A derrota que levou a Eslovênia à disputa do bronze foi para a favorita ao título Itália, na semifinal deste sábado. A equipe italiana eliminou nas quartas de final os franceses campeões olímpicos e na final deste domingo vai enfrentar a Polônia. A partida será às 16h (de Brasília), com transmissão ao vivo do sportv2.

* Por Redação do ge — Rio de Janeiro

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