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Brasil, renovado, sofre, mas bate Alemanha na estreia da Liga das Nações

Equipe de Zé Roberto tem dificuldades diante de alemãs, mas chega à vitória sob o comando de Julia Bergmann, uma das novidades do time na competição que abre o ciclo olímpico

Em um recomeço, nem tudo sai da melhor forma. Com um time renovado, o Brasil teve dificuldades em sua estreia na Liga das Nações. Mas, sob o comando de novidades como Julia Bergmann, destaque do jogo, conseguiu se impor para bater a Alemanha em Shreveport-Bossier City, nos Estados Unidos. Em 3 sets a 1, parciais 29/27, 23/25, 27/25 e 25/21, a equipe de José Roberto Guimarães deu seu primeiro passo em busca do título inédito da competição.


O Brasil volta à quadra na próxima quinta-feira. No segundo jogo na Liga das Nações, a seleção encara a Polônia, às 16h. O sportv2 transmite a partida ao vivo, e o ge acompanha tudo em tempo real.


Seleção festeja ponto contra a Alemanha — Foto: FIVB

Uma das principais apostas de Zé Roberto nesta reformulação da equipe, Julia Bergmann correspondeu às expectativas. A jovem ponteira deixou a quadra como a maior pontuadora, com 19 pontos, sendo 18 de ataque. Carol, uma das veteranas da equipe, também brilhou com 16 pontos, sendo seis de bloqueio, principal fundamento da seleção nesta terça.


Macris, precisa na distribuição de jogo, também se destacou. Outras novidades do time, Diana, central, e Nyeme, líbero, também foram peças importantes na vitória. Do lado alemão, os grandes destaques do time foram Janiska e Orthmann, com 15 pontos.


Uma das principais apostas de Zé Roberto nesta reformulação da equipe, Julia Bergmann correspondeu às expectativas. A jovem ponteira deixou a quadra como a maior pontuadora, com 19 pontos, sendo 18 de ataque. Carol, uma das veteranas da equipe, também brilhou com 16 pontos, sendo seis de bloqueio, principal fundamento da seleção nesta terça.


Macris, precisa na distribuição de jogo, também se destacou. Outras novidades do time, Diana, central, e Nyeme, líbero, também foram peças importantes na vitória. Do lado alemão, os grandes destaques do time foram Janiska e Orthmann, com 15 pontos.

Nyeme faz o passe para Julia Bergmann durante o jogo — Foto: FIVB

Naquele momento, Zé já tinha tentado algumas mudanças, como a entrada de Roberta e Kisy na inversão. Aos poucos, o Brasil conseguiu encostar e diminuiu a diferença para 22 a 18. Em sua melhor sequência, com Carol no saque, a equipe ficou a dois pontos do empate logo depois, com 22 a 20. Julia Bergmann, logo depois, marcou o quinto ponto seguido do time e fez a desvantagem cair para apenas um ponto. No ataque para fora de Alsmeier, o Brasil chegou ao empate. em 23/23. A reação, porém, foi em vão. Pouco depois, as rivais fecharam a parcial em 25/23.


3° set - Na marra, Brasil volta à frente

Na volta à quadra, o Brasil quis acelerar. Até com certa facilidade, abriu 5/2 na contagem. Mas a Alemanha foi buscar e chegou ao empate em 6/6 com Orthmann. O jogo seguiu duro, e as alemãs passaram à frente com 12/11. Assim como no set anterior, o Brasil viu aumentar o número de erros. A Alemanha aproveitou e abriu vantagem.


Zé Roberto tentou a mudança ao mandar Kisy para a quadra no lugar de Lorenne. A seleção tinha no bloqueio a sua melhor arma para reagir. O empate, porém, foi pelas mãos de Kisy, que explorou o paredão alemão para marcar 21/21. A virada veio no bloqueio de Júlia Bergmann. A seleção conseguiu retomar seu melhor momento e voltou à frente no jogo com Pri Daroit: 27/25.


Carol festeja durante partida contra a Alemanha — Foto: FIVB

4º set - Brasil se impõe e fecha o jogo

O Brasil tentou se impor logo de cara no set final. Com autoridade, a seleção abriu vantagem logo no início. Com 12/8 no placar, viu o rival parar o jogo para tentar arrumar a casa. Não funcionou. Com uma largadinha de Julia Bergmann, a equipe de Zé Roberto abriu 16/9. A Alemanha ainda ensaiou uma reação, evitando uma sequência de match points do Brasil. No fim, porém, a seleção confirmou a vitória: 25/21.


* Por Redação do ge — Shreveport-Bossier City, EUA

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