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2º Festival de Sambas Inéditos será nesta quarta no Bico da Coruja


Onze sambas estão concorrendo, além de melhor interpretação

Foto arte: Reprodução internet


Um dos pontos culturais mais tradicionais da musicalidade popular macaense. O bar Bico da Coruja, na Pororoca, com 40 anos de história, realizará nesta quarta-feira (22), a partir das 20h, o seu “2º Festival de Sambas Inéditos”. Onze sambas concorrem aos troféus de 1°, 2° e 3° lugares e de melhor interpretação. O evento será aberto com show do Grupo de Choro Bico da Coruja. O início do festival está previsto para as 21h. Cacau Agostinho é o produtor do evento e filho do diretor presidente da casa, Wallace Agostinho. Ele conta que o festival surgiu de uma ideia do músico Edson Batata e de seu pai, com o objetivo de mostrar ao público os sambas de compositores de Macaé. A primeira edição aconteceu em fevereiro de 2019, com a participação do mesmo número de inscritos da atual. “Ficamos dois anos parados (devido à pandemia de covid-19) e sem acreditar que poderíamos dar continuidade a esse projeto que muito nos alegra realizar. Agradecemos o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, de nossos patrocinadores e de todos os amigos que nos incentivaram a fazer o festival de novo. Agradecemos ainda aos compositores macaenses que contribuíram escrevendo suas canções e ao prefeito Welberth Rezende. Aproveito para convidar a todos para prestigiar nosso 2o Festival de Sambas Inéditos”, disse Cacau. Para o secretário de Cultura, Leandro Mussi, o 2º Festival de Sambas Inéditos é um canal para a expressão de artistas locais. “A vertente musical é muito forte em Macaé. A cidade tem muitos talentos notáveis. É com satisfação que apoiamos esta iniciativa do tradicional Bico da Coruja, que integra o Corredor Cultural”, frisa. O Bico da Coruja foi tema do documentário de Raphael Bózeo, ‘O Estreito Botequim’. O trabalho foi um dos quatro do jornalista e fotógrafo macaense premiado pelo governo do Estado, por meio do edital ‘Cultura Presente nas Redes’ (Secec-RJ), através da Lei emergencial de incentivo cultural, Aldir Blanc. O bar que reúne a décadas músicos e apreciadores de chorinho e samba, especialmente, está localizado na rua Compositor Benedicto Lacerda, 134, próximo ao Mercado de Peixes. Programação

  • 20h - Abertura com o Grupo de Choro Bico da Coruja

  • 21h – Formação do corpo de jurados

  • 21h - Apresentação dos sambas: Inspiração, de Marcio do Banjo; Língua de Tamanduá, de Pato Roco; Mágoas, de Ivan Barbosa; Siri com Pé de Galinha, de Jorginho Moura; Sem Abrigo (P. Nenhuma), de Jorge Bomba; Está Tudo Bagunçado, de Jonathan Pit; Tom de Tristeza, de Lúcio Dutra; Versos Colhidos, de Alê Mattos e Wanderlei Monteiro; Novas Falsidades, de Jaci Temoteo e Ivan; Saudades do Meu Bar, de P. Nolasco e Medeiros e Um Olho no Padre e Outro na Missa, de Malakay e Quissamã.


* Jornalista: Andréa Lisboa \ Comunicação Macaé


Divulgação:







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